Boletim Paroquial Folha (In)Formativa Ano 2026|Nº39| 12 a 18 de outubro de 2026 PERCURSO PASTORAL da Encarnação (Natal 2023) à Ressurreição (Páscoa 2033) J Juntos no Caminho de Páscoa «Levar Jesus a todos e todos a Jesus» XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM A «Convidai para as bodas todos os que encontrardes.» Mt 22, 1-14 A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem do “banquete” para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim que Deus quer oferecer a todos os seus filhos. Na primeira leitura (Is 25, 6-10a) , Isaías anuncia o “banquete” que um dia Deus, na sua própria casa, vai oferecer a todos os Povos. Acolher o convite de Deus e participar nesse “banquete” é aceitar viver em comunhão com Deus. Dessa comunhão resultará, para o homem, a felicidade total, a vida em abundância. Na segunda leitura (Fl 4, 12-14.19-20) , Paulo apresenta-nos um exemplo concreto de uma comunidade que aceitou o convite do Senhor e vive na dinâmica do Reino: a comunidade cristã de Filipos. É uma comunidade generosa e solidária, verdadeiramente empenhada na vivência do amor e em testemunhar o Evangelho diante de todos os homens. A comunidade de Filipos constitui, verdadeiramente, um exemplo que as comunidades do Reino devem ter presente. O Evangelho (Mt 22, 1-14) sugere que é preciso “agarrar” o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo não podem distrair-nos dos desafios de Deus. A opção que fizemos no dia do nosso Baptismo não é “conversa fiada”; mas é um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente. Intenções das Eucaristias 2 2 > Terça-feira [13] às 09h00: Eucaristia Ana Azevedo Salgado (aniversário natalício) | Filhos; > Sábado [17] às 19h15: Eucaristia Avelino Silva Oliveira | 30ºdia; Rosa Fernanda Rodrigues Saldanha (P.) | Ofertório; Maria Rosa Pereira Guimarães Almeida (Quinhas) e filha Luísa | Marido e filhos; Serafim da Silva (P.) | Ofertório; Ana Silva Araújo (P.) | Ofertório; Maria Fernanda Sousa Miranda | Marido; Aurora de Sousa Oliveira (P.) | Ofertório; Francisco Oliveira Veloso (P.) | Esposa e filhos; José Maia do Couto (P.) | Ofertório; Agostinho Pereira Duarte (P.) | Ofertório; Madalena Marinho de Azevedo (P.) | Trintário; Sidónia de Almeida (P.) | Ofertório; Maria Ferreira Salgado e marido | Filhos; Maria da Conceição Azevedo (aniversário de falecimento) e Domingos Francisco Oliveira; Gilberto César Costa Azevedo (aniversário natalício) | Pais e irmãos; Rosa da Silva, marido, filhos e nora | Filha Emília; > XXIX Domingo [18] do Tempo Comum | A ... 10h00: Eucaristia Aurora do Céu Oliveira de Castro (Lola) | Marido e filhos; Maria Emília Salazar da Costa, Augusto Marques Pereira e Luís da Silva (P.) | Pessoal da Alegria; Domingos Francisco Oliveira (P.) | Ofertório; Teresa Oliveira Carvalhal | Família; Fernando Salvador Barros Martins e pai Brás da Silva Martins | Irmã Alexandrina; Olívia Rosa Mendes (P.) | Ofertório; José Correia da Silva (P.) | Esposa; Maria Abreu Garcia (Rosarinho) | Filhos; Francisco de Assis da Silva Moura (P.) | Ofertório; Joaquim Rui Marques Cardoso (aniversário de falecimento) (P.); Terça-feira , dia 13, das 18h00 às 19h00; CARTÓRIO PAROQUIAL Agenda da Semana 3 3 NOTÍCIAS DA CATEQUESE Compromisso, envio dos catequistas e bênção das crianças e das mochilas – No dia 17 de outubro de 2026, sábado, celebraremos a primeira eucaristia com as crianças da Catequese. Nesta eucaristia os catequistas irão fazer o seu compromisso. Faremos também nesta eucaristia a bênção das crianças e das mochilas. A Eucaristia será às 19h15 na Igreja Paroquial. Convidamos todas as crianças, todos os adolescentes e os pais a participarem nesta Eucaristia. Catecismo e Seguro – Solicitamos aos pais das crianças, adolescentes e jovens da Catequese Paroquial a entrega de 10,00€ para Catecismo, Seguro e material de apoio às sessões da Catequese Paroquial dos filhos. Colabore! IRMANDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E CONFRARIA DA SENHORA DO ROSÁRIO As irmandades já começaram a cobrar as quotas relativas ao ano de 2026, no final da eucaristia das 10h00, na Sacristia. PLANIFICAÇÃO DO CALENDÁRIO PASTORAL PAROQUIAL Em ordem à realização do Conselho Pastoral Paroquial, que terá lugar durante o mês de outubro/novembro, deverão todos os grupos e movimentos pastorais reunir-se previamente, para programar as atividades do próximo ano pastoral, que terá início no primeiro domingo do advento, dia 29 de novembro de 2026. MARCAÇÃO DE CASAMENTOS PARA O ANO 2027 Informamos todos os noivos que têm programado o seu casamento católico para o ano 2027, que devem fazer a sua marcação no Cartório Paroquial a partir do dia 1 de outubro. DEDICAÇÃO DO NOVO SANTUÁRIO EUCARÍSTICO DE BALASAR Arquidiocese de Braga vai celebrar a dedicação da igreja e do altar do novo Santuário Eucarístico de Balasar, e a trasladação dos restos mortais da Beata Alexandrina, nos dias 10 e 11 de outubro. O programa oficial começa com a trasladação dos restos mortais de Alexandrina Maria da Costa (1904–1955), numa cerimónia presidida pelo arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, no sábado dia 10 de outubro, às 10h00. A dedicação da igreja e do respetivo altar do novo Santuário Eucarístico de Balasar realiza-se no dia seguinte, na tarde de domingo, a partir das 16h00, com a presidência do núncio apostólico em Portugal, o representante do Papa, D. Andrés Carrascosa Coso. RENOVAR 2026 – «RENOVAR É MISSÃO» Nos dias 24 e 25 de outubro , o Forum Braga acolhe a terceira edição do RENOVAR , promovida pela Arquidiocese de Braga. Com o lema «Renovar é Missão» , este encontro pretende ser um espaço de formação, partilha e inspiração para todos aqueles que participam na vida das nossas comunidades cristãs. O programa contará com a presença de Tom Corcoran , cofundador da Rebuilt Parish, e incluirá diversos workshops dedicados à renovação pastoral, ao discipulado e à missão Sacerdotes, consagrados e leigos são convidados a participar e a descobrir novos caminhos para comunidades mais vivas, acolhedoras e missionárias. Renovar é Missão. E a missão é de todos! Inscrições disponíveis em: https:// caminhodepascoa.pt/renovar-2026/ ÚLTIMA ... Juntos no caminho de Páscoa O convite é gratuito e aberto a todos. Todavia, para nos sentarmos à mesa, precisamos de despir a roupa velha do egoísmo e vestir o fato nupcial da comunhão. Não basta marcar presença, é indispensável permitir a nossa conversão. O traje do banquete Chegamos ao sexto e último episódio da “série” intitulada «A arte de conviver». Começámos por aprender a coragem de falar cara a cara, com delicadeza e respeito; passámos pela decisão livre de rasgar as faturas do rancor; curámos o olhar da febre da comparação; aprendemos a trocar discursos por atitudes concretas; e vencemos a tentação de possuir e controlar as pessoas. Hoje, Jesus Cristo junta todas estas peças no lugar onde a vida mais intensamente se celebra: a mesa de um banquete. É um dos lugares mais significativos na construção da vida, lembra o Cardeal José Tolentino, «uma mesa é uma máquina de aprofundar laços. É uma máquina de fazer e refazer a vida». Sentamo-nos à mesa para nos alimentarmos uns dos outros, não só para ingerir alimentos, também para nos alimentarmos das palavras, dos olhares, dos silêncios, dos afetos daqueles com quem compartilhamos a vida. No evangelho deste domingo, um rei prepara a festa de casamento do filho e envia convites. Mas os primeiros convidados recusam: um vai para o campo, outro para os negócios e outros chegam ao cúmulo de agredir os servos. Trocamos facilmente a alegria da comunhão pela rotina dos nossos interesses individuais. O rei, porém, não desiste: manda abrir as portas e diz aos servos para convidarem toda a gente, nas encruzilhadas dos caminhos, maus e bons. A sala enche-se. O acolhimento de Deus é escandaloso e gratuito. Ninguém é excluído, à partida. Dizia Isaías que Deus «há de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos». A parábola acrescenta um pormenor: o rei vê um homem sem o traje nupcial e pergunta-lhe: «Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?». Perante o silêncio dele, manda retirá-lo da sala. Isto não é exigência de etiqueta ou de luxo exterior. Naquele tempo, aos convidados de honra era oferecida à entrada uma túnica festiva. O problema daquele homem foi a sua indiferença, não foi a sua pobreza. Ele aceitou o convite para entrar na festa, quis a comida, quis o lugar à mesa, mas recusou mudar de roupa. Quis a comunhão dos irmãos mantendo as suas velhas atitudes, talvez a relação fria e descuidada com os outros. Este é o grande alerta: ser acolhido na comunidade é graça de Deus, mas permanecer nela exige uma transformação interior. Não podes sentar-te à mesa da família ou da paróquia e recusares vestir o fato da delicadeza, do acolhimento, da paciência e do perdão. A mesa é para todos, mas conviver exige a coragem de nos deixarmos transformar por inteiro. A mesa de Deus acolhe todos como estão, mas convida cada um a revestir-se de amor. Que fato velho — de amargura, de rancor, de frieza ou de queixume — precisas de despir hoje para te sentares à mesa em verdadeira comunhão com os outros?