Pós - graduação D is cente: ABRAHAM NUNES CEZAR SCHNEERSOHN Internato de Clínica Médica O vídeo retrata a experiência de Bruno Pires durante seu internato, no 5ª ano na graduação em Medicina, em Clinica Médica, área de seu interesse pessoal. A rotina de Bruno no internato em Clinica Médica foram nove semanas em rodizio , p assou por três lugare s pela clinica Souza Marques , segundo pela Miguel Couto e por último ele Clinica da Família Souza Marques, vinculada a faculdade do mesmo. Na prática é uma clinica de atendimento básico a internamentos – e todos vinculado a o SUS, mas o que é local um atend imento ambulatorial ? É um tipo de atendimento médico fornecido a pacientes que não precisam ser internados em um hospital para tratamento, que no caso Bruno era um interno (ainda em formação para se tornar médico). Os médicos podem realizar vários tipos de cirurgias ambulatoriais ou ambulatoriais nos pacientes. É comum que vários hospitais ofereçam atendimento ambulatorial em suas salas de emergência para pacientes que podem ser tratados sem serem internados, como uma criança com um resfriado, por exemplo Vale ressaltar que em todos esses casos, o tratamento médico do paciente não requer hospitalização. O foco do internato visa promover o treinamento de imersão na prática supervisionada da atividade médica, com objetivos educacionais, baseados no cuidado a o paciente. É necessário que os alunos dominem conhecimentos que lhes permitam desenvolver o raciocínio clínico em todas as situações e obter diagnósticos adequados para as situações clínicas mais prevalentes, dominem as competências psicomotoras necessári as à execução eficiente dos procedimentos necessários à prática clínica, tendo sempre presente a recolha de anamnese e exame físico, destacou - se também a necessidade de se comportar de forma ética com pacientes e profissionais nas diferentes situações da p rática clínica. Vale frisar que é necessário entender que nesse momento os grupos de estudantes serão supervisionados por um Médico responsável e por um Residente. Dessa forma, embora os internos devam participar do cotidiano médico, eles não são ainda pro fissionais. Por conta disso, todas as decisões finais sobre os casos analisados devem ser tomadas pelos médicos e residentes que estão supervisionando os internos, mesmo que os casos sejam simples. O interno deve sugerir soluções e diagnósticos além de foc ar na anamnese bem elaborada, além de aferições de sinais vitais, mas deve lembrar - se que a palavra final precisa ser de um profissional Médico, ou seja, já formado.