A República Bolivariana da Venezuela é um país andino localizado ao norte da América do Sul, notável por sua defesa do bem-estar social, da preservação ambiental, da ciência e por prezar pela autonomia governamental dos estados-nações distribuídos globalmente. Os óbices a serem tratados nas comissões em que a nossa delegação intervém são fulcrais ao melhoramento da humanidade como um todo; assim sendo, nos dispomos a colaborar com os órgãos globais, a colaborar com possíveis questionamentos e propor soluções de modo a mitigar tais opróbrios. Precipuamente, ratifica-se a excelência venezuelana em relação aos tratados sanitários formado pela organização OMS. Em relação à pandemia do COVID-19, somos o terceiro país na América do Sul com menos fatalidades virais, a primeira nação latino-americana a decretar quarentena obrigatória, cumprindo integralmente as punições a transgressões em questão mediante coerção policial, fator que comprova o nosso compromisso com as medidas adotadas pela OMS e as unidades médicas. Pode-se aplicar o mesmo ímpeto ao espectro ambiental, em que inspecionam-se e fiscalizam-se diversos critérios do MINEC para a devida conservação ecológica; em virtude da dependência do país com a extração petrolífera, reiteramos as críticas às metas impostas pela PNUMA que, por terem base em um desenvolvimento sustentável, aplicam regras arbitrárias e desconsideram a situação econômica do país, prejudicando o bem-estar social e provocando um desequilíbrio em relação aos outros países. Ademais, consoante a política externa, reiteramos a disponibilidade venezuelana de firmar e negociar acordos com quaisquer países aptos ao diálogo, honrando a histórica diplomacia venezuelana com relações bilaterais com países dos mais variados espectros políticos. Entretanto, com relação às críticas impostas ao Governo Federal Venezuelano, é necessário afirmar a legitimidade do regime Maduro, democraticamente eleito pelo povo venezuelano e constantemente atacado por opositores golpistas, a exemplo de Juan Guaidó, apoiado, infelizmente, por elites capitalistas internacionais. Tal oposição desestabiliza economicamente e politicamente o país, inflamando os discursos difamatórios que chamam o presidente de ditador, característica que impõe características de refúgio político a imigrantes venezuelanos em outros países; entretanto, uma vez a crise imposta pelas sanções internacionais não deferir em uma ditadura, tal condição de refúgio não é análoga a quaisquer motivações políticas, o que, conforme o Estatuto dos Refugiados, inibe essa característica. Novamente, corroboramos com o diálogo com a ACNUR a fim de resolucionar óbices causados por potências capitalistas em outros países, como a questão Síria, e firmamos nossa capacidade de auxílio financeiro via FMI a verdadeiros refugiados internacionais que, em muitas ocasiões, são discriminados indevidamente por países capitalistas, impondo muros de preconceito contra outras etnias. Por fim, em relação aos conflitos internacionais, reiteramos o nosso prezo por resoluções democráticas em conflitos internos e consideramos um vilipêndio contra o povo a intervenção internacional que inflija a supremacia popular. Conforme conflitos hodiernos, opor-nos-emos a intervenções arbitrárias com interesses políticos, vide o histórico recente de invasões da OTAN em Iraque, Afeganistão e Líbia, que acabaram por, além de influenciar negativamente os órgãos internacionais de acordo com a branda punição pelas infrações por eles cometidas, desestabilizar a situação econômica dos respectivos países e, dessa forma, corroborar com posturas imperialistas no mundo contemporâneo. Dessa forma, dever-se-á, juntamente às demais delegações e ao Conselho de Segurança, propor rígidas determinações e as devidas correções a quaisquer irregularidades nessa esfera, salvaguardando, dessarte, a autonomia governamental dos países. Esperamos firmemente que a nossa contribuição influencie positivamente nos empecilhos citados e aguardamos o diálogo respeitoso com os demais delegados e com a mesa diretora.