R E V I S T A P E S S O A S . H I S T Ó R I A S . R E S U L T A D O S . ENTREVISTA COM DANIEL HENRIQUES BASTIDORES DA XXVI CONVENÇÃO NOVA CAMPANHA “É A SUA CASA” PORTAL DO PROPRIETÁRIO RE/MAX JUNHO 2026 REVISTA TRIMESTRAL Bem-vindos à primeira edição da Revista RE/MAX. Na RE/MAX Portugal, acreditamos que crescer é nunca parar. Nunca parar de inovar. Nunca parar de comunicar. Nunca parar de criar novas formas de estarmos mais próximos da nossa rede. Ao longo de mais de duas décadas, construímos muito mais do que a maior rede imobiliária a operar em Portugal. Construímos uma marca de referência, feita de pessoas extraordinárias, histórias inspiradoras, resultados que marcam o mercado e uma cultura única de superação, partilha e visão. Esta revista nasce exatamente desse espírito. Nasce para dar palco às pessoas que fazem a RE/MAX acontecer todos os dias. Nasce para partilhar conquistas, destacar projetos, mostrar inovação, inspirar com histórias reais e reforçar aquilo que nos une enquanto rede. Aqui, vamos celebrar resultados; dar voz aos nossos consultores, brokers e equipas; mostrar campanhas, tecnologia, formação, eventos e tudo aquilo que nos mantém na vanguarda do setor. Porque estar um passo à frente sempre fez parte do ADN da RE/MAX. Acreditamos que comunicar também é liderar. E esta revista é mais uma prova de que continuamos a evoluir, a inovar e a construir uma marca cada vez mais forte, mais próxima e mais preparada para o futuro. 2 // ESTA É A TUA REVISTA. ESTA É A NOSSA CASA. PRIMEIRA EDIÇÃO DA REVISTA RE/MAX Be a t r i z R u b i o C E O R E / M AX P O RT U G A L PRESIDENTE RE/M AX P O RT U G A L M a nu e l Al va re z 11 10 3 // Comprar casa nunca foi tão caro, e perceber porquê é essencial. Beatriz Rubio Manuel Alvarez Portugal além de Lisboa: porque o futuro do mercado imobiliário passa pelas periferias. ÍNDICE 09 03 02 08 07 01 05 04 Daniel Henriques História que inspira Vamos conhecer o staff da RE/MAX Portugal? Meet the team Os números mais recentes da RE/MAX Portugal Resultados trimestrais e no Digital PÁG.4 PÁG.5 PÁG.8,9 Patrícia Alvarez O futuro do imobiliário será cada vez mais tecnológico. PÁG.6 António Falé O futuro do imobiliário será cada vez mais tecnológico. PÁG.7 PÁG.12 Buyer e Seller Summit Academia RE/MAX PÁG.24 PÁG.18 The Legends 2026 XXVI Convenção Nacional RE/MAX PÁG.19-23 PÁG.13, 14 PÁG.15 Novidades Tech Portal do Proprietário RE/MAX 13 PÁG.26 RE/MAX nas redes sociais Linkedin e Instagram Nova Campanha de Marketing É a sua casa Merchandising Disponível Loja RE/MAX PÁG.25 12 06 COMPRAR CASA NUNCA FOI TÃO CARO, E PERCEBER PORQUÊ É ESSENCIAL BEATRIZ RUBIO, CEO RE/MAX P ORT U GAL 4 // O mercado imobiliário português atravessa um dos períodos mais exigentes das últimas décadas. Entre 2015 e 2025, o preço da habitação em Portugal aumentou cerca de 180%. Em apenas dez anos, comprar casa tornou-se quase três vezes mais caro. Este crescimento não resulta de um único fator. É o resultado de uma combinação clara entre aumento da procura, escassez de oferta e uma transformação profunda na forma como se constrói habitação. Hoje existe, acima de tudo, uma pressão estrutural sobre o mercado. Faltam casas. E quando a oferta não acompanha a procura, os preços inevitavelmente sobem. Portugal ocupa atualmente o segundo lugar na lista dos países da União Europeia com maior aumento dos preços da habitação na última década. Este dado ajuda a perceber a dimensão do fenómeno e explica porque o tema da habitação passou a ser uma das principais preocupações económicas e sociais do país. Mas é importante compreender também outro lado desta realidade: a construção atual não é comparável com a de há dez ou quinze anos. Os edifícios construídos antes de 2015 obedeciam a regras muito diferentes das que existem hoje. Na última década, a regulamentação europeia introduziu exigências muito mais rigorosas em matéria de sustentabilidade, eficiência energética, isolamento térmico e acústico, qualidade dos materiais e impacto ambiental. Na prática, isto significa que as casas construídas hoje são tecnicamente melhores e oferecem uma qualidade de vida superior. O problema é que essa evolução também tornou o processo de construção mais caro. A este fator juntam-se outros dois desafios críticos: a falta de mão de obra qualificada no setor e o aumento significativo do custo dos materiais. Construir uma casa hoje custa substancialmente mais do que custava há uma década. Perante este cenário, a única forma estrutural de aliviar a pressão sobre os preços passa por aumentar a oferta habitacional. E para isso existem duas condições fundamentais: mais construção e processos de licenciamento mais rápidos. Sem acelerar a aprovação de projetos e sem criar condições para que novos empreendimentos avancem com previsibilidade, será difícil equilibrar o mercado. Uma das medidas que pode contribuir para aliviar os custos de produção é a redução do IVA da construção de 23% para 6%. Trata-se de uma decisão que pode ter impacto real no preço final das casas, desde que aplicada de forma eficaz e com reflexo direto no consumidor. Ainda assim, é importante ser realista: enquanto a oferta continuar insuficiente face à procura, a tendência de subida de preços dificilmente se inverterá no curto prazo. Num mercado com estas características, o foco deve estar também na acessibilidade. O objetivo não deve ser vender menos casas a preços cada vez mais altos, mas sim aumentar o acesso à habitação. Um mercado saudável é aquele que permite que mais famílias consigam encontrar uma solução habitacional adequada. A habitação é, antes de tudo, uma necessidade essencial. E responder a este desafio exige visão estratégica, colaboração entre setor público e privado e decisões estruturais que permitam aumentar a oferta e devolver equilíbrio ao mercado. Porque só com mais casas será possível tornar a habitação novamente acessível para mais portugueses. Precisamos de um mercado que cresça com equilíbrio, que incentive o investimento, mas que, acima de tudo, garanta que mais portugueses conseguem concretizar o sonho de ter uma casa. A habitação é um dos pilares da estabilidade social e económica de qualquer país e deve ser tratada como uma prioridade estratégica nacional. BEATRIZ RUBIO, CEO DA RE/MAX PORTUGAL Durante décadas, o debate imobiliário em Portugal concentrou-se quase exclusivamente em Lisboa. A capital tornou-se o principal polo de investimento, talento, turismo e valorização imobiliária. Mas o contexto atual de crise habitacional está a obrigar o mercado, e o país, a olhar para o território de forma diferente. A verdade é simples: Lisboa deixou de conseguir responder sozinha à procura habitacional. Os preços da habitação cresceram muito acima do rendimento médio das famílias, transformando o acesso à casa numa das principais preocupações sociais e económicas do país. Portugal enfrenta hoje um problema estrutural de acessibilidade, com escassez de oferta e valores por metro quadrado em máximos históricos, especialmente na região de Lisboa. Este cenário não resulta apenas da procura internacional ou da pressão turística. Resulta também de limites físicos, urbanísticos e administrativos da própria cidade. O solo disponível é escasso, os processos de licenciamento continuam exigentes e os custos de construção aumentaram significativamente, dificultando a criação rápida de nova oferta habitacional. Perante esta realidade, o mercado já começou a ajustar-se. Os municípios da periferia da Área Metropolitana de Lisboa, como Sintra, Loures, Odivelas, Vila Franca de Xira, Barreiro, Moita, Almada ou Torres Vedras, passaram a concentrar grande parte da procura residencial. Dados recentes mostram que os concelhos periféricos dominam o ranking nacional de interesse para compra de casa, refletindo uma mudança estrutural no comportamento dos compradores. Mais do que uma alternativa, as periferias estão a tornar-se uma nova centralidade. O que está em causa não é apenas preço. É qualidade de vida. A evolução dos modelos de trabalho, a consolidação do regime híbrido e a melhoria das infraestruturas de mobilidade estão a reduzir a dependência diária do centro da cidade. O comprador atual valoriza espaço, conforto, áreas exteriores, proximidade a serviços e equilíbrio entre vida profissional e pessoal, atributos muitas vezes mais acessíveis fora do núcleo urbano tradicional. Estamos, na prática, perante uma redefinição do conceito de cidade. As grandes metrópoles europeias passaram por este processo há décadas. Primeiro veio a concentração urbana; depois, a expansão equilibrada para zonas metropolitanas capazes de oferecer habitação, emprego, serviços e identidade própria. Lisboa entra agora nessa fase de maturidade. Este movimento tem também implicações económicas relevantes. O desenvolvimento das periferias permite aumentar a oferta habitacional sem pressionar excessivamente os centros históricos, promove maior coesão territorial e distribui investimento por diferentes municípios. Num país historicamente marcado pela centralização, esta descentralização urbana pode tornar-se um dos motores de crescimento mais importantes da próxima década. No entanto, esta transição exige visão estratégica. Expandir não significa repetir erros do passado. O crescimento das zonas periféricas deve ser acompanhado por planeamento urbano inteligente, investimento em transportes públicos, equipamentos escolares, saúde, espaços verdes e serviços locais. Sem esta integração, o risco é substituir um problema de escassez por um problema de qualidade urbana. O setor imobiliário tem aqui um papel determinante. Promotores, investidores e mediadores estão hoje numa posição privilegiada para antecipar tendências e orientar o mercado para soluções mais sustentáveis e equilibradas. A habitação do futuro não será definida apenas pela localização no centro, mas pela capacidade de criar comunidades funcionais e bem conectadas. A crise imobiliária portuguesa não se resolve apenas com mais construção em Lisboa. Resolve-se ampliando o mapa das oportunidades habitacionais. Portugal não precisa de menos Lisboa. Precisa de mais cidades fortes à volta de Lisboa. E talvez seja precisamente aí que começa o próximo ciclo do mercado imobiliário nacional. PORTUGAL ALÉM DE LISBOA: PORQUE O FUTURO DO MERCADO IMOBILIÁRIO PASSA PELAS PERIFERIAS 5 // MANUEL ALVAREZ, PRESIDENTE RE/MAX PORTUGAL 6 // O FUTURO DO IMOBILIÁRIO SERÁ CADA VEZ MAIS TECNOLÓGICO PATR Í C I A A LVA R E Z , D I R ETO R A D E I N OVAÇÃO DA RE/MAX PORTUGAL A inovação não consiste em substituir a componente humana do imobiliário. Consiste em dar aos profissionais as ferramentas certas para criarem mais valor, tomarem melhores decisões e oferecerem experiências cada vez mais extraordinárias aos seus clientes. PATRÍCIA ALVAREZ, DIRETORA DE INOVAÇÃO DA RE/MAX PORTUGAL A recente notícia da aquisição da RE/MAX LLC pela The Real Brokerage gerou natural curiosidade no setor imobiliário. Quando uma das marcas mais reconhecidas do mundo anuncia uma operação desta dimensão, é legítimo que surjam perguntas. O que muda? Que impacto terá? E, sobretudo, o que significa para quem faz parte da rede RE/MAX? A resposta é simples: para a RE/MAX Portugal, a estrutura, a operação e o modelo de negócio mantêm-se inalterados. Continuamos a ser a mesma rede, com a mesma liderança, os mesmos valores e a mesma missão que nos permitiram construir, ao longo de 25 anos, uma posição de liderança incontestada no mercado imobiliário nacional. Mas se nada muda naquilo que somos, esta operação tem o potencial de reforçar significativamente aquilo que podemos vir a ser. A The Real Brokerage é atualmente uma das empresas mais inovadoras do setor imobiliário mundial. Trata-se de uma organização construída de raiz numa lógica digital, com uma forte aposta em tecnologia, inteligência artificial, produtividade e ferramentas de apoio ao negócio imobiliário. A sua trajetória de crescimento nos últimos anos demonstra uma visão clara sobre o futuro da mediação imobiliária. A união entre a força da marca RE/MAX e a capacidade tecnológica da The Real representa uma combinação particularmente relevante num momento em que o setor atravessa uma profunda transformação. O imobiliário continuará a ser um negócio de pessoas, confiança e relacionamento. Mas será cada vez mais apoiado por tecnologia que permita ganhar eficiência, melhorar a experiência do cliente e aumentar a produtividade dos profissionais. É precisamente aqui que esta operação pode criar valor. Ao integrar uma estrutura global com uma forte vocação tecnológica, a RE/MAX reforça a sua capacidade de investir em inovação, acelerar o desenvolvimento de ferramentas digitais e disponibilizar aos seus consultores soluções cada vez mais avançadas para angariar, promover e transacionar imóveis. Para os profissionais da rede, isto significa mais recursos, mais conhecimento e mais competitividade. Para os clientes, significa uma experiência cada vez mais eficiente, transparente e diferenciadora. E para os franchisados, representa a segurança de pertencerem a uma marca que continua a investir no futuro e a adaptar-se às novas exigências do mercado. Importa também destacar um ponto fundamental: esta operação não resulta da necessidade de resolver problemas. Resulta da ambição de criar mais valor. Estamos perante duas organizações que reconhecem as mudanças que estão a ocorrer no setor e que decidiram unir forças para liderar essa evolução, em vez de simplesmente reagir a ela. Ao longo da sua história, a RE/MAX sempre demonstrou uma extraordinária capacidade de adaptação. Foi pioneira em múltiplas áreas da mediação imobiliária, revolucionou a forma como os consultores desenvolvem o seu negócio e construiu uma presença global sem paralelo. Hoje, volta a dar um passo importante na preparação do seu futuro. Na RE/MAX Portugal olhamos para esta evolução com confiança e entusiasmo. Porque acreditamos que o futuro pertence às organizações que conseguem combinar a força da sua marca, a qualidade das suas pessoas e a capacidade de inovar continuamente. A marca RE/MAX mantém-se intacta. Os seus valores mantêm-se intactos. A sua liderança global mantém-se focada no sucesso dos consultores, dos franchisados e dos clientes. O que muda é a dimensão das oportunidades que podem surgir a partir desta nova realidade. Num mercado cada vez mais exigente e tecnológico, esta operação representa um sinal claro de visão estratégica. Um sinal de que a RE/MAX continua a investir para permanecer na linha da frente da inovação imobiliária mundial. Porque liderar não é apenas chegar primeiro. É continuar a evoluir antes dos outros. 7 // A minha formação base é em Biotecnologia, mas rapidamente percebi que os laboratórios não eram para mim. Foi então que decidi continuar a minha formação na área da Gestão, e decidi abraçar este desafio no Imobiliário. Gosto de sentir que a minha presença nas agências tem impacto, seja junto dos Brokers ou dos Agentes. Gosto muito de viajar e de conhecer outras culturas. Adoro fotografia, e aproveitar uma boa tarde de cinema. Sou metade gestor, metade psicólogo e metade estratega (sim, a conta não bate certo, mas no imobiliário fazemos magia). O que mais gosto é de ver as peças do puzzle a encaixarem e, claro, da adrenalina de saber que nenhum dia é igual ao anterior. Sou a ponte que liga os objetivos da marca ao talento das nossas equipas. Recarrego baterias com a família e amigos, de preferência onde o sinal de Wi-Fi seja fraco e a comida seja boa. Trabalhei na Bola TV como editor de vídeo, depois pela NiT como fotógrafo e vídeografo, e por fim cheguei à RE/MAX. O que mais gosto de fazer é produzir vídeos de forma geral, eventos, rubricas, entrevistas, etc. A minha forma de trabalhar é manter tudo organizado para depois nas rodagens não haver nenhuma falha. Nos meus tempos livres gosto de produzir vídeos dos meus projetos, jogar e passear. PATRÍCIA CORDEIRO AREA MANAGER DA ZONA CENTRO PEDRO GOMES AREA MANAGER RAFAEL MARQUES JOSÉ LEAL RESPONSÁVEL DE FRANCHISING ELISABETE ALVES DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO MARIA MIGUEL SOCIAL MEDIA MANAGER MEET THE TEAM VA MOS CONHECER O STAF F DA R E / M AX PORT U GA L? Entrei na RE/MAX há pouco mais de um ano para gerir uma rede social e hoje tenho a responsabilidade de dinamizar quatro. É um desafio que exige criatividade constante. O que mais me preenche é o contacto direto com as pessoas, seja na rua ou em grandes eventos como a Convenção. Nos meus tempos livres, estou dividida entre a redação da minha tese de mestrado; o ginásio; ou estou a descobrir um restaurante novo. O que mais me motiva é o impacto direto que posso ter na vida de outras pessoas. Ajudar alguém a tomar a decisão de investir num negócio próprio, acompanhá-lo nesse processo e ver o seu crescimento dentro da marca é a parte mais gratificante do meu trabalho. Fui atleta federado durante vários anos, o que me deu uma forte disciplina, resiliência e espírito de equipa. O que mais valorizo no meu trabalho é a possibilidade de adaptar o apoio a cada agência. Para mim, todos os dias passam por pensar e encontrar formas de contribuir, ajustando sempre a minha abordagem à realidade de cada pessoa. Fora do trabalho, a minha grande paixão são os animais. Gosto de resgatar, cuidar e ajudar a encontrar famílias. Cada história acaba sempre por nos ensinar alguma coisa. FOTÓGRAFO E VIDEÓGRAFO 8 // Na RE/MAX, falamos muitas vezes de resultados, de prémios, de crescimento, de números que impressionam... Mas por detrás de cada conquista, existe sempre algo maior: uma história. De superação, resiliência, coragem, mudança, de pessoas que acreditaram chegar mais longe. É isso que queremos contar nesta rubrica. Em cada edição, vamos dar voz a consultores e brokers que marcam a diferença na nossa rede, não apenas pelos resultados que alcançam, mas pelo caminho que percorreram para lá chegar. Na primeira edição, começamos com alguém que dispensa apresentações: Daniel Henriques. Broker, líder e uma referência dentro da rede RE/MAX, Daniel Henriques construiu um percurso de crescimento sustentado, marcado por visão, trabalho e uma enorme capacidade de inspirar quem o rodeia. Mas nem sempre foi assim. Entre desafios, momentos de reinvenção e uma história de superação que merece ser contada, fomos conhecê-lo melhor. HISTÓRIA QUE INSPIRA DA N I E L H E N R IQUES Hoje o Daniel Henriques é uma referência incontornável no imobiliário, mas nem sempre foi assim. Como foi o seu percurso até chegar à RE/MAX e de que forma aconteceu essa entrada? “Antes de chegar à RE/MAX, trabalhei na área da construção e metalomecânica. O meu avô fundou uma empresa nos anos 80 que ainda hoje se mantém no ativo, e foi precisamente aí que tive a minha primeira experiência profissional. Apesar desse percurso, sempre tive o sonho de me desvincular do negócio familiar e construir o meu próprio caminho. No entanto, por diversas razões, fui adiando essa decisão. Até que a crise entre 2008 e 2012 trouxe várias divergências e percebi que era o momento certo para arriscar. Essa decisão teve consequências, sendo uma delas a perda de capital. Foi nessa fase que surgiu o imobiliário. Depois de analisar várias alternativas, percebi que o modelo da RE/MAX era ideal: permitia-me continuar a ser empresário sem necessidade de investimento inicial significativo e, acima de tudo, sem limitações do ponto de vista de crescimento, algo que me cativou desde o início.” Sete vezes Nº1 em Portugal, sete vezes Nº1 na Europa e quatro vezes Nº1 Global. Quando se chega tantas vezes ao topo, o que continua a motivar o Daniel a acordar todos os dias com “fome” de vencer? “Honestamente, sinto muitas vezes que ainda não fiz nada. Tenho objetivos muito ambiciosos e sou bastante autocrítico. Olho para trás e penso sempre que podia ter feito mais, e quando olho para o futuro vejo um longo caminho pela frente até chegar onde quero. Os prémios são importantes, mas não são tudo. Sinto uma satisfação genuína ao ver outras pessoas atingirem os seus sonhos e objetivos, e tudo o que eu puder fazer para contribuir para isso é um verdadeiro combustível para mim. Uso também algumas técnicas mentais no dia a dia. Uma delas é acordar todos os dias com a consciência de que o passado não garante o presente nem o futuro. Se eu não me levantar e for à luta, tudo o que conquistei até aqui perde valor. Levanto-me todos os dias com um pensamento muito claro: “Hoje tenho de ganhar para pagar as contas e fazer a minha parte na melhoria da vida de alguém.” Esse pensamento dá-me propósito. E é esse propósito que me faz levantar todos os dias com uma missão para cumprir.” Ao longo do seu percurso, houve certamente momentos difíceis e decisões que mudaram tudo. Qual foi o momento mais desafiante da sua carreira e como o transformou num ponto de viragem? “Em 2020 aconteceu um dos momentos mais marcantes do meu percurso. Depois de dois anos consecutivos a sermos número 1 em Portugal, na Europa e no mundo, perdemos a liderança. Até então, éramos apenas duas pessoas na equipa, mas o mercado estava a mudar rapidamente. Começaram a surgir equipas com mais de 20 elementos e competir com essas estruturas tornou-se cada vez mais exigente. Ao mesmo tempo, estávamos numa agência com espaço limitado, o que condicionava qualquer crescimento. Percebi que, para evoluir, precisava de mudar o modelo. Em setembro de 2020, tomei uma decisão estratégica: encarar aquele ano como um período de aprendizagem e preparação. Parei. Pensei. Estudei o mercado em profundidade e procurei todas as soluções e oportunidades que a rede disponibilizava para crescimento de equipas. Foi nesse processo que desenhei um novo modelo de negócio. É também aí que nasce a D&D Group. O verdadeiro arranque aconteceu em 2021. Começámos a construir a equipa em todas as frentes: estrutura, instalações, recrutamento de novos consultores e desenvolvimento de uma base administrativa sólida. O desafio era enorme, mas o propósito era ainda maior. Tinha uma visão muito clara: voltar à liderança e dominar o mercado. E esse caminho não foi fácil. Desde encontrar o espaço certo para o escritório, fazer obras, recrutar, formar equipa, criar processos e, ao mesmo tempo, manter o foco no objetivo de recuperar a liderança... foi, sem dúvida, um ano intenso. Um ano “de loucos”. Mas tudo alinhou. Em 2021, tornámo-nos a primeira equipa Pinnacle em Portugal e na Europa. Recuperámos a liderança, e, desde então, nunca mais a largámos. Até hoje. Deu certo.” Num mercado cada vez mais competitivo, muitos procuram “a fórmula do sucesso”. Quais são os três pilares inegociáveis que explicam a consistência dos seus resultados ano após ano? “Não tenho dúvidas de que, para o sucesso perdurar no tempo, é fundamental estar bem estruturado e assente em princípios sólidos. Ao longo do meu percurso, há três pilares que considero inegociáveis: 1. Transparência e honestidade A base de qualquer relação, seja com clientes, equipa ou parceiros. A confiança constrói-se com verdade e mantém-se com coerência. 2. Humildade, gratidão e lealdade Ter consciência de que ninguém cresce sozinho. Valorizar as pessoas, reconhecer o caminho feito e manter-se fiel a quem está connosco em todas as fases. 3. Consistência e mente aberta Resultados não vêm de ações pontuais, mas de disciplina diária. Ao mesmo tempo, é essencial estar disponível para aprender, adaptar e evoluir constantemente.” O Daniel construiu não só resultados, mas também uma marca pessoal muito forte dentro e fora da RE/MAX. Quão importante é hoje um consultor investir na sua marca pessoal e que erros vê muitos profissionais cometerem nessa área? “Uma marca pessoal não se constrói quando se contrata uma empresa de marketing, se cria um logótipo ou se define uma narrativa bonita. A marca pessoal constrói-se no detalhe. No dia a dia. Constrói-se na chamada que devolves. No respeito que demonstras pelos colegas. Na forma como serves o cliente. Na disponibilidade que tens para quem te rodeia. Constrói-se quando fazes muitas coisas, muitas vezes, sem esperar nada em troca. Constrói-se com princípios. Com valores. Com honra. É nas pequenas coisas, repetidas diariamente, que uma marca ganha consistência e credibilidade. E são precisamente essas atitudes que, ao longo do tempo, se transformam em marcas que ficam na história. Não vivem de modas, vivem de consistência. Para quem está agora a começar na rede e sonha um dia chegar ao topo, que conselho daria com base no que gostaria de ter ouvido no início da sua carreira? Acho extremamente importante que quem começa não acredite em tudo o que vê ou ouve. Vivemos numa era digital onde qualquer pessoa pode dizer que é ou faz algo, mesmo quando nunca foi ou nunca fez, muitas vezes sem qualquer consequência. Criam-se títulos, resultados, faturações e até posições de liderança que nem sempre correspondem à realidade. E isso, inevitavelmente, confunde e ilude quem está a entrar no mercado. Por isso, o primeiro passo é simples: nem tudo o que parece, é. Quem está a começar deve evitar cair em comparações. Este é um negócio exigente e não é fácil para ninguém, sem exceção. Cada pessoa tem o seu tempo, o seu ritmo e o seu caminho. O mais importante é focares-te em ti. Construir o teu percurso com consistência. Escrever a tua própria história. Sem ilusões, mas com consciência. Este é um mercado competitivo. E quem não está preparado, acaba por ficar para trás. Mas, ao mesmo tempo, deve ser vivido com entusiasmo, paixão e propósito. Porque a verdade é esta: o imobiliário pode ser uma das melhores profissões do mundo. Para quem se entrega a 100%, a experiência será sempre intensa. Vais viver momentos muito bons, e outros bastante difíceis. Haverá fases em que vais duvidar de ti próprio e questionar se este caminho é para ti. Mas acredita: isto é para quem quer mesmo. Para quem entra em ação todos os dias, independentemente das circunstâncias. Hoje o Daniel Henriques é uma referência incontornável no imobiliário, mas nem sempre foi assim. Como foi o seu percurso até chegar à RE/MAX e de que forma aconteceu essa entrada? “Antes de chegar à RE/MAX, trabalhei na área da construção e metalomecânica. O meu avô fundou uma empresa nos anos 80 que ainda hoje se mantém no ativo, e foi precisamente aí que tive a minha primeira experiência profissional. Apesar desse percurso, sempre tive o sonho de me desvincular do negócio familiar e construir o meu próprio caminho. No entanto, por diversas razões, fui adiando essa decisão. Até que a crise entre 2008 e 2012 trouxe várias divergências e percebi que era o momento certo para arriscar. Essa decisão teve consequências, sendo uma delas a perda de capital. Foi nessa fase que surgiu o imobiliário. Depois de analisar várias alternativas, percebi que o modelo da RE/MAX era ideal: permitia-me continuar a ser empresário sem necessidade de investimento inicial significativo e, acima de tudo, sem limitações do ponto de vista de crescimento, algo que me cativou desde o início.” Sete vezes Nº1 em Portugal, sete vezes Nº1 na Europa e quatro vezes Nº1 Global. Quando se chega tantas vezes ao topo, o que continua a motivar o Daniel a acordar todos os dias com “fome” de vencer? “Honestamente, sinto muitas vezes que ainda não fiz nada. Tenho objetivos muito ambiciosos e sou bastante autocrítico. Olho para trás e penso sempre que podia ter feito mais, e quando olho para o futuro vejo um longo caminho pela frente até chegar onde quero. Os prémios são importantes, mas não são tudo. Sinto uma satisfação genuína ao ver outras pessoas atingirem os seus sonhos e objetivos, e tudo o que eu puder fazer para contribuir para isso é um verdadeiro combustível para mim. Uso também algumas técnicas mentais no dia a dia. Uma delas é acordar todos os dias com a consciência de que o passado não garante o presente nem o futuro. Se eu não me levantar e for à luta, tudo o que conquistei até aqui perde valor. Levanto-me todos os dias com um pensamento muito claro: “Hoje tenho de ganhar para pagar as contas e fazer a minha parte na melhoria da vida de alguém.” Esse pensamento dá-me propósito. E é esse propósito que me faz levantar todos os dias com uma missão para cumprir.” Ao longo do seu percurso, houve certamente momentos difíceis e decisões que mudaram tudo. Qual foi o momento mais desafiante da sua carreira e como o transformou num ponto de viragem? “Em 2020 aconteceu um dos momentos mais marcantes do meu percurso. Depois de dois anos consecutivos a sermos número 1 em Portugal, na Europa e no mundo, perdemos a liderança. Até então, éramos apenas duas pessoas na equipa, mas o mercado estava a mudar rapidamente. Começaram a surgir equipas com mais de 20 elementos e competir com essas estruturas tornou-se cada vez mais exigente. Ao mesmo tempo, estávamos numa agência com espaço limitado, o que condicionava qualquer crescimento. Percebi que, para evoluir, precisava de mudar o modelo. Em setembro de 2020, tomei uma decisão estratégica: encarar aquele ano como um período de aprendizagem e preparação. Parei. Pensei. Estudei o mercado em profundidade e procurei todas as soluções e oportunidades que a rede disponibilizava para crescimento de equipas. Foi nesse processo que desenhei um novo modelo de negócio. É também aí que nasce a D&D Group. O verdadeiro arranque aconteceu em 2021. Começámos a construir a equipa em todas as frentes: estrutura, instalações, recrutamento de novos consultores e desenvolvimento de uma base administrativa sólida. O desafio era enorme, mas o propósito era ainda maior. Tinha uma visão muito clara: voltar à liderança e dominar o mercado. E esse caminho não foi fácil. Desde encontrar o espaço certo para o escritório, fazer obras, recrutar, formar equipa, criar processos e, ao mesmo tempo, manter o foco no objetivo de recuperar a liderança... foi, sem dúvida, um ano intenso. Um ano “de loucos”. Mas tudo alinhou. Em 2021, tornámo-nos a primeira equipa Pinnacle em Portugal e na Europa. Recuperámos a liderança, e, desde então, nunca mais a largámos. Até hoje. Deu certo.” Num mercado cada vez mais competitivo, muitos procuram “a fórmula do sucesso”. Quais são os três pilares inegociáveis que explicam a consistência dos seus resultados ano após ano? “Não tenho dúvidas de que, para o sucesso perdurar no tempo, é fundamental estar bem estruturado e assente em princípios sólidos. Ao longo do meu percurso, há três pilares que considero inegociáveis: 1. Transparência e honestidade A base de qualquer relação, seja com clientes, equipa ou parceiros. A confiança constrói-se com verdade e mantém-se com coerência. 2. Humildade, gratidão e lealdade Ter consciência de que ninguém cresce sozinho. Valorizar as pessoas, reconhecer o caminho feito e manter-se fiel a quem está connosco em todas as fases. 3. Consistência e mente aberta Resultados não vêm de ações pontuais, mas de disciplina diária. Ao mesmo tempo, é essencial estar disponível para aprender, adaptar e evoluir constantemente.” O Daniel construiu não só resultados, mas também uma marca pessoal muito forte dentro e fora da RE/MAX. Quão importante é hoje um consultor investir na sua marca pessoal e que erros vê muitos profissionais cometerem nessa área? “Uma marca pessoal não se constrói quando se contrata uma empresa de marketing, se cria um logótipo ou se define uma narrativa bonita. A marca pessoal constrói-se no detalhe. No dia a dia. Constrói-se na chamada que devolves. No respeito que demonstras pelos colegas. Na forma como serves o cliente. Na disponibilidade que tens para quem te rodeia. Constrói-se quando fazes muitas coisas, muitas vezes, sem esperar nada em troca. Constrói-se com princípios. Com valores. Com honra. É nas pequenas coisas, repetidas diariamente, que uma marca ganha consistência e credibilidade. 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A MELOM e o Querido Mudei a Casa – Obras atuam no setor da construção e remodelação com um objetivo claro: dar uma nova vida aos espaços através de soluções de qualidade, execução rigorosa e acompanhamento profissional. No mercado imobiliário, o potencial de um imóvel nem sempre é imediato. Muitas vezes, é a intervenção certa que transforma um espaço, melhora a sua funcionalidade e aumenta o seu valor percebido. MAIS VALORIZAÇÃO DO IMÓVEL Transformamos potencial em valor real. MAIS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO Parceria sólida, resultados reais. MAIS CONFIANÇA PARA O CLIENTE Acompanhamento próximo, e transparência total. TRANSFORMAMOS IMÓVEIS EM MAIS VALOR. Atuamos em diversas áreas de intervenção, garantindo acompanhamento próximo, atenção ao detalhe e qualidade em cada projeto: OBRAS E REMODELAÇÕES QUE FAZEM A DIFERENÇA. Com equipas especializadas e acompanhamento em todas as fases do projeto, garantimos rigor, transparência e confiança. Um imóvel renovado destaca-se no mercado, desperta maior interesse e cria melhores oportunidades de venda. Transformamos potencial em valor. Ao recomendar a MELOM e o Querido Mudei a Casa – Obras, a sua agência recebe uma comissão de 3% sobre o valor adjudicado da obra. Uma parceria com valor acrescentado para todos: Mais valorização para o imóvel Mais confiança para o cliente Mais oportunidades de negócio Mais rentabilidade para a agência QUALIDADE, GARANTIA E ACOMPANHAMENTO RECOMENDE. VALORIZE. GANHE. MAIS IMPACTO. MAIS CONFIANÇA. MAIS RESULTADOS. CARPINTARIA ELETRICIDADE PINTURA OBRAS E ESTRUTURAS GARANTIA DE EXECUÇÃO ACOMPANHAMENTO TÉCNICO CONTÍNUO DEPARTAMENTO DE QUALIDADE DEDICADO CONTROLO RIGOROSO DE PRAZOS E EXECUÇÃO INSTALAÇÕES E REPARAÇÕES DECORAÇÃO 12 // A FORÇA DE UMA MARCA GLOBAL PREPARADA PARA O FUTURO ANTÓNIO FALÉ, D I R ETO R - G E R A L DA R E / M AX P O RT U G A L Os resultados do primeiro trimestre de 2026 confirmam uma realidade que o mercado imobiliário português tem vindo a demonstrar nos últimos anos: a procura por habitação continua sólida, resiliente e muito acima da oferta disponível. Num contexto em que a escassez de produto continua a ser um dos principais desafios do setor, a RE/MAX registou um volume de preços de 2,03 mil milhões de euros nos primeiros três meses do ano, alcançando o melhor primeiro trimestre da sua história e um crescimento de 3% face ao período homólogo. Mais do que um resultado empresarial, este desempenho é um sinal claro da confiança que famílias, investidores e proprietários continuam a depositar no mercado imobiliário nacional. Ao longo dos últimos anos, muito se tem falado sobre taxas de juro, inflação, acesso ao crédito ou alterações legislativas. Todos estes fatores têm influência nas decisões dos consumidores. Contudo, existe uma variável que continua a marcar decisivamente o mercado português: a insuficiência de oferta habitacional. Portugal continua a precisar de mais habitação. Precisa de mais construção nova, de mais reabilitação urbana, de processos de licenciamento mais céleres e de políticas que permitam aumentar a disponibilidade de imóveis para compra e arrendamento. Enquanto esta realidade persistir, a pressão sobre os preços continuará a fazer-se sentir e muitas famílias continuarão a enfrentar dificuldades no acesso à habitação. É precisamente neste enquadramento que os resultados alcançados pela RE/MAX assumem particular relevância. Crescer num mercado onde a procura existe, mas o produto disponível é limitado, exige conhecimento, proximidade, capacidade de adaptação e uma enorme competência por parte dos profissionais que diariamente acompanham compradores e vendedores. Os números demonstram igualmente que o mercado continua a ser sustentado maioritariamente pela procura nacional. Os portugueses representaram 78% das transações realizadas pela rede durante este período, reforçando a ideia de que o setor continua fortemente ligado às necessidades habitacionais das famílias portuguesas. Ao mesmo tempo, a crescente presença de compradores internacionais evidencia a atratividade de Portugal enquanto destino para viver, investir e desenvolver projetos de vida. Outro dos sinais positivos deste primeiro trimestre é o reforço da própria rede. O aumento do número de consultores, equipas comerciais e agências demonstra confiança no futuro e capacidade de atração de talento para uma atividade que continua a oferecer oportunidades relevantes de crescimento profissional e empresarial. Mas os bons resultados não devem ser encarados como um ponto de chegada. Pelo contrário, devem servir como incentivo para continuar a investir na qualificação dos profissionais, na inovação tecnológica, na melhoria da experiência dos clientes e no desenvolvimento de soluções que tornem o mercado cada vez mais transparente, eficiente e acessível. O setor imobiliário tem um papel fundamental na economia portuguesa. Gera investimento, cria emprego, dinamiza múltiplas atividades económicas e contribui diretamente para o desenvolvimento das cidades e das comunidades. Os resultados deste primeiro trimestre mostram que o mercado continua ativo e que existe confiança por parte dos consumidores. Mostram também que, mesmo perante desafios estruturais importantes, é possível crescer quando existe uma estratégia clara, proximidade com os clientes e uma rede preparada para responder às necessidades do mercado. Na RE/MAX continuaremos a trabalhar com esse compromisso: ajudar mais pessoas a concretizar os seus projetos de vida, contribuindo simultaneamente para um mercado imobiliário mais dinâmico, mais profissional e mais sustentável para todos. Os resultados não se medem apenas pelos números que alcançamos, mas pela confiança que conquistamos todos os dias. Num mercado exigente e desafiante, continuaremos a crescer através da proximidade, da inovação e do compromisso de ajudar cada vez mais pessoas a concretizar os seus projetos de vida. ANTÓNIO FALÉ, DIRETOR GERAL DA RE/MAX PORTUGAL RESULTADOS TRIMESTRAIS NÚMEROS MAIS RECENTES DA RE/MAX Sem surpresas, no 1º trimestre de 2026 a rede RE/MAX voltou a afirmar-se como a primeira escolha de muitas famílias e investidores. Ampliou a sua cobertura nacional, reforçou a dimensão das suas equipas, intensificou a formação dos seus consultores e aumentou ainda mais o grau de satisfação dos seus clientes, muitos deles antigos e já com ligação emocional à marca. O Volume de Preços superou os 2 mil milhões de euros (2,027 mil milhões €), um valor deveras impressionante, o melho